Como a confiança no Deus soberano que governa cada detalhe da história responde à ansiedade do nosso tempo.
A Confissão de Westminster, em seu capítulo cinco, nos lembra que Deus, grande criador de todas as coisas, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as criaturas, ações e coisas, desde a maior até a menor, por sua providência sapientíssima e santíssima.
Esta não é uma afirmação abstrata. É uma âncora para a alma em tempos turbulentos.